Bom, não sabemos se são os mais hilariantes porque não conseguimos ler todos, mas lá que são bizarros são. Uma viagem por 150 anos de acórdãos e descobre-se que na hora das sentenças, os juízes conseguem ser mais originais do que os criminosos. Há escritores acusados de copular com mulher casada porque a tiveram “teúda e manteúda”, mulheres acusadas de atingir “o âmago da masculinidade” e histórias com cornos e outros insultos que até remeteram para o Cristiano Ronaldo.
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Este é um espaço académico: um repositório de notícias, para consumo dos meus alunos. O autor do blogue limita-se a copiar textos de outros; identificando a fonte. Exceto quando se esquece!
domingo, 24 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Violência Doméstica: realidade regional
Num balanço de cinco anos de trabalho, o Núcleo de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica (NAV) do Distrito de Beja dá conta, sem surpresas, de um universo maioritariamente feminino (94 por cento) entre os que recorrem aos seus serviços, com uma percentagem preponderante (48 por cento) de utentes casados ou em união de facto, ao que se seguem os solteiros (29 por cento).
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Violência Doméstica
GNR registou no ano passado 227 crimes de violência entre namorados, mais 42,7
por cento face a 2011, disse esta quinta-feira à agência Lusa o chefe da divisão
de análise e investigação criminal da Guarda Nacional Republicana.
«São situações que configuram violência no namoro», uma vez que este tipo de violência «não constitui um crime tipificado no Código penal», disse o tenente-coronel Silva Nascimento, que falava à Lusa a propósito do Dia Europeu da Vítima de Crime, que se assinala na sexta-feira.
O responsável explicou que cada situação tem de ser analisada em concreto: «Sob a capa da violência no namoro podem estar outras tipificações, como ofensa à integridade física, difamação, injúrias, maus-tratos e violência doméstica.»
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«São situações que configuram violência no namoro», uma vez que este tipo de violência «não constitui um crime tipificado no Código penal», disse o tenente-coronel Silva Nascimento, que falava à Lusa a propósito do Dia Europeu da Vítima de Crime, que se assinala na sexta-feira.
O responsável explicou que cada situação tem de ser analisada em concreto: «Sob a capa da violência no namoro podem estar outras tipificações, como ofensa à integridade física, difamação, injúrias, maus-tratos e violência doméstica.»
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Aborto e jovens
Uma adolescente de 16 anos ganhou uma ação em tribunal contra os pais, a quem acusou de quererem obrigá-la a abortar. O caso passou-se em Houston, no estado do Texas, nos Estados Unidos.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Direito à não existência.
O juiz do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) Pires da Rosa admitiu que
há em Portugal um “direito à não-existência”, desde que foi aprovada a
lei de descriminalização da interrupção voluntária da gravidez.
No acórdão sobre o caso de um bebé que nasceu sem braços e com várias outras deformações, que o impedem para sempre de ter uma vida independente e normal, Pires da Rosa admitiu, “em tese”, o “direito à não-existência”. Um direito que considera existir desde que a lei portuguesa consagrou a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, “colocando a vida, nesses precisos casos, nas mãos dos homens, mais especificamente da mulher/mãe”.
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No acórdão sobre o caso de um bebé que nasceu sem braços e com várias outras deformações, que o impedem para sempre de ter uma vida independente e normal, Pires da Rosa admitiu, “em tese”, o “direito à não-existência”. Um direito que considera existir desde que a lei portuguesa consagrou a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, “colocando a vida, nesses precisos casos, nas mãos dos homens, mais especificamente da mulher/mãe”.
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Direito à co-parentalidade...
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considerou esta terça-feira
que a Áustria violou a Convenção Europeia dos Direitos Humanos ao não
permitir a adopção co-parental a um casal do mesmo sexo. A Áustria foi
acusada de discriminar o casal quando comparada a sua situação com a de
casais heterossexuais não-casados.
Os juízes do Tribunal Europeu dos Direitos
Humanos deram razão a duas lésbicas austríacas a quem foi negado o
direito de adopção do filho de uma delas pela companheira, apesar de
viverem os três como uma família desde que a criança tinha nove anos. O
rapaz tem actualmente 17. A lei austríaca apenas permite a adopção
co-parental em casais heterossexuais em união de facto ou casados. Foi
este ponto que levou o tribunal europeu a concluir que a Áustria
discrimina em função da orientação sexual.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
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