Este é um espaço académico: um repositório de notícias, para consumo dos meus alunos. O autor do blogue limita-se a copiar textos de outros; identificando a fonte. Exceto quando se esquece!
sexta-feira, 1 de março de 2013
Nascer no Facebook
Um em cada oito recém-nascidos tem conta no Twitter e no Facebook. A conclusão é de um estudo conduzido pela «Currys & PC World», que mostra que quatro por cento dos bebés já tem conta nas redes sociais antes mesmo de ter nascido.
Uma espécie de sombras de Grey...
Um agricultor foi detido no município de Tucano, no Brasil, acusado de ter queimado a mulher depois de terem tido relações sexuais.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Não sei que título dar a isto...
Uma mulher indonésia afogou o filho de nove anos no banho, alegando que estava preocupada que o seu «pénis pequeno» afetasse as perspetivas de futuro da criança.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Condenada por ser violada!
Uma rapariga de 15 anos, violada pelo padrasto, foi condenada a 100 chicotadas pela Justiça das Maldivas por ter relações sexuais sem ser casada. A Amnistia Internacional já condenou este caso, que considera «cruel, degradante e desumano», de acordo com a BBC, nesta quarta-feira.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Supremo só reconhece direitos ao feto depois do nascimento com vida
A personalidade jurídica começa dentro do útero materno ou aquando do nascimento da criança? Esta é uma das questões em que a doutrina diverge, discrepância essa que só surge com a aplicação prática da lei. Isto porque essa é clara: no artigo 66.º do Código Civil está previsto objectivamente que a personalidade jurídica se adquire "no momento do nascimento completo e com vida" e que os direitos que a lei reconhece aos fetos "dependem do seu nascimento".
Foi com base neste preceito que o Supremo Tribunal da Justiça (STJ) recusou uma indemnização pedida por uma mulher grávida de nove meses que abortou na sequência de um acidente de viação, em que seguia como passageira, no carro da patroa, segundo avançou ontem o Correio da Manhã.
Mas é aqui que a matéria não é consensual. Um juiz desembargador contactado pelo DN, que preferiu o anonimato, defende que "a questão não é linear porque, apesar de o Código Civil defender que a personalidade jurídica existe apenas a partir do nascimento, a Constituição da República Portuguesa, no seu artigo 24.º, diz que a vida humana é inviolável. Pergunto eu: porque é que não se considera que um feto prestes a nascer é uma vida humana?"
1400 Euros de Indemnização
A Comissão de Proteção às Vítimas de Crimes atribuiu em 2012 uma média de 1.400 euros em indemnizações a 66 vítimas de violência doméstica, ultrapassando os 95 mil euros, quase três vezes mais do que em 2011.Dados sobre a atividade de 2012 da Comissão de Proteção às Vítimas de Crimes (CPVC), fornecidos pelo Ministério da Justiça à agência Lusa, mostram que a comissão atribuiu o ano passado cerca de um milhão de euros (998.239,13 euros) em adiantamentos de indemnizações, quase o triplo do valor dado em 2011, que foi de 336.591,76 euros.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Vítima de bullying ataca agressor...
A PSP anunciou a detenção de um jovem de 17 anos suspeito de ter esfaqueado um colega de uma escola de Lisboa, que se encontra internado com prognóstico reservado.
Segundo o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, na quinta-feira, 21 de fevereiro, os jovens ter-se-ão envolvido numa troca de provocações e insultos dentro da Escola Marquês de Pombal e marcado um ajuste de contas para o final da aula, no exterior do estabelecimento comercial.
Após o fim das aulas, os jovens, segundo a PSP, envolveram-se em confrontos físicos e o suspeito terá esfaqueado a vítima, de 19 anos, no peito, tendo a vítima perdido os sentidos de imediato.
A presença de Advogado (ou jurista) nos Processos de Menores
O Estado já foi condenado por a lei portuguesa não obrigar a que os pais sejam representados por advogados nos processos de promoção e protecção de menores. O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem considerou que a ausência de um mandatário judicial põe em causa o artigo n.º 6 da Convenção Universal dos Direitos do Homem, por não garantir um «julgamento equitativo».
A decisão foi proferida no âmbito de uma queixa apresentada por um cidadão brasileiro, a quem os tribunais portugueses tinham retirado uma filha para a adopção, em 2009, depois de um processo de promoção e protecção de menores desencadeado logo à nascença da bebé, em 2006. Ao longo do processo, a menor foi sendo submetida a medidas de institucionalização temporária, depois de os médicos, ainda na maternidade, terem detectado problemas mentais e de epilepsia na mãe.
para ler aqui!
A decisão foi proferida no âmbito de uma queixa apresentada por um cidadão brasileiro, a quem os tribunais portugueses tinham retirado uma filha para a adopção, em 2009, depois de um processo de promoção e protecção de menores desencadeado logo à nascença da bebé, em 2006. Ao longo do processo, a menor foi sendo submetida a medidas de institucionalização temporária, depois de os médicos, ainda na maternidade, terem detectado problemas mentais e de epilepsia na mãe.
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Orgias com crianças
Um ano antes de o caso ter sido participado à Justiça, que atuou em 2012, a Comissão de Proteção de Menores de Anadia tinha já recebido uma queixa que levantava a suspeita de que três irmãos – duas meninas, de 8 e 9 anos, e um menino, de 11 anos, que foram vítimas de abuso vários meses – estavam sempre em casa de dois vizinhos adultos e que algo de errado se passava.
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